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Uso de software espião cresce no Brasil.

Adequando Empresas para a Lei LGPD.

Uso de software espião cresce no Brasil.

Uso de software espião, é o motivador para aceleração de Leis tal como LGPD na tentativa de frear o avanço deste tipo de programas.

‘Stalkerware’ pode colocar em risco a segurança digital, física e até mesmo psicológica de suas vítimas. Veja como se proteger

Você sabe o que é “stalkerware”? São programas espiões projetados para monitorar todo o uso de um aparelho e invadir a vida pessoal de suas vítimas. Com ele, um estranho consegue acessar mensagens, fotos, redes sociais, localização e gravações de áudio ou da câmera no dispositivo da vítima – e em alguns casos, isso pode ser feito em tempo real. Um Exemplo esta no Filme La casa de Papel, quando a força tarefa acessa um dos dispositivos de celular e liga a webcam do aparelho dentro da casa da moeda. Então ali eles usam o Software “stalkerware

Ao contrário dos aplicativos legítimos de controle para pais, que permitem que pais monitorem a atividade dos filhos, esses programas são executados em segundo plano de forma a permanecer ocultos e são instalados sem o conhecimento ou o consentimento do dono do dispositivo. Muitas vezes, são promovidos como software para espionar um parceiro ou parceira, normalmente estes tipos de aplicativos são instalados automaticamente quando é enviado uma foto com este servidor inserido na imagem, e como o WhatsApp e outros aplicativos, baixa sem pedir permissão é nesta hora que ocorre a infecção do equipamento.

Esta é uma ameaça crescente. Segundo a Elias Nunes, com base em informações da rede de segurança Digital, nos oito primeiros meses de 2019 37.532 usuários únicos em todo o mundo foram alvo de pelo menos uma tentativa de instalação de stalkerware em seu dispositivo – um crescimento de 35% em relação a 2018.

No Brasil, a situação é pior: neste ano 4.041 usuários únicos foram alvo deste tipo de software, um crescimento de 228% em relação a 2018, quando foram 1.232 usuários foram o alvo.

Além disso, mais variações de stalkerware foram disponibilizadas no mercado. Nos oito primeiros meses de 2018, a Kaspersky identificou 290 variantes potencialmente perigosas. Em 2019, esse número aumentou em quase um terço, chegando a 380.

Para Elias Nunes, Presidente Executivo no Sistema de Segurança Digital Domiciliado, stalkerware aumentam significativamente os riscos à segurança de suas vítimas. “Quando desenvolvidos para operar completamente em modo furtivo, ou seja, sem nenhuma notificação ao proprietário do dispositivo, estes programas fornecem a agressores e assediadores uma ferramenta completa para cometer assédio, monitoramento, perseguição e abusos. Esse tipo de experiência pode ser aterrorizante, traumatizante e ainda levar a riscos de segurança significativos. É importante tratar tanto a disponibilidade destes aplicativos quanto seu uso como uma ferramenta de abuso.”

Como se proteger?

Segundo Elias Nunes, existem medidas que o usuário pode tomar para se proteger do stalkerware, e exigir que as Empresas Brasileira sigam o mesmo processo.

  • Use uma solução de segurança confiável. Veja
  • Exija que antes de fechar qualquer contrato, que as empresas confiram seus dados de referencias e dados de contatos e comprovação de residência, assim quando algum criminoso for usar seus dados as empresas vão te notificar perguntando se você realmente está fazendo aquela transação.
  • É muito importante usar apenas o Comprovante de Residência Individual. Manter sempre os dados atualizados.

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